“Investir o 13º na redução do consumo de água traz economia para o bolso”, diz presidente da Apecs

Novas tecnologias podem diminuir em até 40% o gasto hídrico residencial

O presente dos familiares, a mesa farta e também a reforma da casa são alguns dos destinos para o 13º dos trabalhadores. Mas o dinheiro extra também pode ajudar o consumidor a fazer economia durante todo o ano. Investir em sistemas que ajudam a reduzir o consumo de água pode trazer alívio ao bolso durante muito tempo.

“Novas tecnologias podem proporcionar até 40% de economia no consumo de água”, aponta Luiz Roberto Gravina Pladevall, engenheiro e presidente da Apecs (Associação Paulista de Empresas de Consultoria e Serviços em Saneamento e Meio Ambiente).

Uma das primeiras medidas é fazer a revisão hidráulica, avaliando o sistema de abastecimento de água e checar eventuais vazamentos. A troca de tubulações pode apresentar um custo inicialmente alto, mas vai garantir economia por muito tempo. “As moradias mais antigas, por exemplo, ainda têm tubos de ferro. Essas tubulações se desgastam ao longo dos anos e ficam encrustadas deixando a água com cor e ferro dissolvido. A troca por novos materiais traz redução significativa de desperdício”, explica o especialista.

Pladevall também orienta a pesquisa por sistemas mais econômicos, como vasos sanitários, torneiras, chuveiros. “O mercado brasileiro já conta com produtos capazes de reduzir significativamente o consumo de água. Os novos vasos sanitários, por exemplo, consomem até 70% menos água do que os antigos”, aponta o dirigente.

O engenheiro lembra ainda que mesmo em período de abundância hídrica, a população precisa manter a economia de água. “Não podemos, por exemplo, substituir a vassoura por jato de água na limpeza de calçadas. Isso é um desperdício muito grande. Precisamos lembrar que a água é um recurso finito”, destaca o presidente da Apecs.

Exemplo australiano
Durante os anos de 1997 e 2009, a Austrália sofreu período de alternâncias de seca e inundações. Foi nessa época que o país enfrentou a chamada “seca do milênio”. Para driblar crises severas, preservando a segurança hídrica do país, os australianos desenvolveram uma série de programas de gestão da demanda e uso racional da água. Por isso, já em 1995, a companhia de abastecimento hídrico de Sydney, a cidade mais populosa da Austrália, com mais de 4 milhões de habitantes, realizou ações para reduzir a demanda per capita de água em 25% até 2001 e 35% em 2011.

“Uma das medidas adotadas pelos australianos foi aumentar a eficiência hídrica nas empresas e moradias oferecendo tecnologias de baixo custo para melhorar a economia de água. Por isso, passaram a subsidiar, por exemplo, equipamentos de uso doméstico como chuveiros e vasos sanitários com maior eficiência no uso de água”, explica Pladevall. Para o dirigente, as autoridades brasileiras devem adotar medidas semelhantes, incentivando as empresas do setor a produzirem kits eficientes de uso da água, inclusive com subsídios do governo.

Apecs
Fundada em 1989, a Apecs congrega atualmente cerca de 40 das mais representativas empresas de serviços e consultoria em Saneamento Básico e Meio Ambiente com atuação dentro e fora do país.

Essas companhias reúnem parte significativa do patrimônio tecnológico nacional do setor de Saneamento Básico e Meio Ambiente, fundamental para o desenvolvimento social e econômico brasileiro, estando presente nos mais importantes empreendimentos do setor.

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